O dia da marmota

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O dia da marmota

18/05/2020

“Vamos subir em cadáveres para arrancar recursos do governo? Isso é inaceitável, a população não vai aceitar, a população vai punir quem usar cadáver para fazer palanque. Eu estou pedindo uma contribuição do funcionalismo brasileiro, eu estou pedindo ao Congresso que não derrube o veto do presidente. Eu estou pedindo ao Congresso que faça o que eu acredito que nós somos. Uma grande sociedade aberta, uma democracia dinâmica, onde os poderes vão demarcando os territórios e atuando”

Paulo Guedes – Ministro da Economia

O dia da marmota

O isolamento social a que estamos obrigados por conta da Covid-19, nos fez pensar no Dia da Marmota, uma tradição, iniciada em 1887 nos EUA, que se resume em observar o comportamento de uma marmota: se ela sair da toca, a primavera chegará mais cedo e o inverno será curto; porém, se a marmota voltar para a toca, ela previu um inverno longo e gelado, desanimando a maioria da população. Essa tradição se dá todo dia 2 de fevereiro e inspirou o filme “Feitiço do Tempo”. Nós não comemoramos o dia da marmota no Brasil (nem faria sentido), mas o filme vale a pena ser visto.

Estudos indicam que no fim de junho próximo a curva de infectados deve atingir seu nível mais baixo no Brasil. Esperamos que nesse dia a “marmota brasileira” saia da toca e anuncie a chegada da nossa primavera. Que assim seja...

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O momento atual

Segundo o noticiário El País, o Brasil chegou a 15.633 mortes pela Covid-19 e já soma 233.142 casos confirmados de infectados pelo novo coronavírus. O país registrou mais de 800 mortes diárias pelo 4º dia consecutivo no sábado (16 de maio), segundo dados do Ministério da Saúde.

Para o diretor de emergências da OMS, Michael Ryan, "É muito difícil prever quando vamos prevalecer sobre o vírus. E pode ser que nunca aconteça. Pode ser que nunca desapareça, que se torne endêmico, como outros vírus. O HIV não desapareceu", lembrou. Precisamos de muito ânimo para vencer esta guerra cujo fim será motivo para celebrar a vida...

Balanços do 1º trimestre de 2020 (1ª Prévia)

Até o dia 15 de maio nosso Banco de Dados SABE registrou a publicação de 155 balanços individuais de companhias listadas na B3, sendo 138 empresas (não financeiras) e 17 bancos.

Mesmo considerando uma amostra (de um universo de 370 companhias), o desempenho total medido pela soma dos resultados líquidos veio muito ruim quando comparamos os números do 1T2019 contra 1T2020:

·  Empresas: queda de 532%, de R$ 14,8 bilhões para – R$ 64,1 bilhões; se excluirmos Petrobras (prejuízo de R$ 48,5 bilhões), ainda assim a queda é de 244%;

·  Bancos: queda de 41%, de R$ 21,2 bilhões para R$ 12,5 bilhões; apenas para registro Itaú caiu 71% e Bradesco 42%.

Notícias relevantes

A seguir um clipping de notícias julgadas relevantes por nossa equipe, visando auxiliar o leitor a compreender o recorrente “quebra-cabeças” do mercado de capitais brasileiro.


Desempenho do Ibovespa

O Ibovespa encerrou a última semana no dia 15 de maio registrando 77.556 pontos. O índice apresentou uma queda de 41.971 pontos (ou 35,1% em moeda local) em relação à máxima de 119.527 pontos observada em 23/jan/2020. Na ano o Ibovespa caiu quase 33%, perdendo praticamente a subida (32%) de todo o ano 2019.

A tendência primária (longo prazo) do Ibovespa continua em alta, mesmo com a elevadíssima volatilidade e incerteza do momento. No curtíssimo prazo (últimos 21 pregões) a tendência é de leve baixa.

Veja a seguir o desempenho da bolsa brasileira, medido em pontos pelo Ibovespa e pelos índices das carteiras B3 de Dividendos (IDIV), Small Caps (SMLL) e Sustentabilidade (ISE), em diferentes intervalos de tempo. Observe que, com a queda provocada pela onda de pânico com o COVID-19, somente no longo prazo (5 anos), à exceção do ISE, a variação dos índices supera, no momento, a renda fixa.

O conjunto de estatísticas mostrado ajuda o leitor a perceber os movimentos cíclicos da bolsa brasileira, em especial sobre os que têm (e os que não têm) fundamento técnico.


Confira a evolução do “termômetro da bolsa” no gráfico abaixo e perceba as diferenças entre as tendências (linha pontilhada em amarelo) e as volatilidades do Ibovespa no longo prazo (cinco anos) e no curtíssimo prazo (últimos 21 pregões):


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A SABE não pretende nem se dispõe a ensinar/instruir como investir no mercado de ações nem, muito menos, quais e quando comprar/vender ações: para isso recomendamos consultar a sua Corretora. SABE é o suporte imprescindível para quem já atua neste mercado ou já tomou a decisão de nele participar.

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Luiz Guilherme Dias
SABE | Inteligência em Ações da Bolsa


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