Desigualdade social: o grande desafio!!

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Desigualdade social: o grande desafio!!

02/12/2019

“A igualdade pode ser um direito, mas não há poder sobre a Terra capaz de a tornar um fato”

George Orwell – escritor, jornalista e ensaísta político inglês

Resumo

Neste blog vamos abordar o desafio da desigualdade social, a questão da liderança do dólar no ranking de aplicações de nov/2019, o saldo negativo entre IPOs e OPAs com o fechamento de quatro companhias listadas na B3 e a avaliação de Anand Kishore sobre os motivos que levam um papel a se valorizar na bolsa. Por fim, como de costume, vamos acompanhar a evolução do desempenho do Ibovespa em diferentes intervalos de tempo.

Desigualdade social no Brasil

A questão da desigualdade social é um dos maiores desafios enfrentados pelos atuais governos, em especial na América do Sul, onde vivemos. No Brasil a extrema pobreza e a desigualdade crescem há 4 anos, segundo o IBGE.

A leve recuperação econômica observada nos últimos dois anos no Brasil não se refletiu de forma igual entre os diversos segmentos sociais. Enquanto o PIB cresceu 1,1% em 2017 e 2018, após as quedas de 3,5% em 2015 e 3,3% em 2016, o rendimento dos 10% mais ricos da população subiu 4,1% em 2018 e o rendimento dos 40% mais pobres caiu 0,8%, na comparação com 2017.

Com isso, o índice que mede a razão entre os 10% que ganham mais e os 40% que ganham menos, que vinha caindo até 2015, quando atingiu 12, voltou a crescer e chegou a 13 em 2018. Ou seja, os 10% da população com os maiores rendimentos ganham, em média, 13 vezes mais do que os 40% da população com os menores rendimentos. Fonte: Isto é.

Bolsa segue como principal indicação

O dólar, que andava meio esquecido nas carteiras dos investidores, lidera o ranking de aplicações financeiras em novembro. No mês até ontem, tinha valorização de 5,14%. O gatilho veio da frustração com o leilão de petróleo, um termômetro da baixa disposição do capital estrangeiro com o Brasil, e ganhou combustível com declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, de que o país precisaria se acostumar a juros baixos e um câmbio mais desvalorizado. A menção ao AI-5, referência ao ato que marcou o início da ditadura militar no país, também não pegou bem. Fonte: Valor Investe. Quero ler mais...

Em duas décadas, OPA supera IPO na maioria dos anos

Quando uma empresa estreia na bolsa, por meio de uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), o feito é marcado com festa, com direito a chuva de papel picado e toque de sino. Entretanto, uma outra sigla de três letras, idêntica a uma interjeição usada para demonstrar espanto e com muito menos glamour, tem predominado: a OPA, oferta pública de aquisição de ações que uma empresa realiza em geral quando deseja retirar seus papéis da bolsa. Não que haja qualquer irregularidade, mas tradicionalmente a saída é pela porta dos fundos.


Considerando os dados da CVM sobre IPO e OPA este ano, há um saldo líquido de saída de quatro empresas. Nos últimos 21 anos, em apenas três deles, a bolsa registrou mais aberturas do que fechamentos de capital. Fonte: Valor/Finanças. Quero ler mais...

Por que algumas empresas vão se valorizar ainda mais?

Segundo Anand Kishore, gestor de fundos de ações da Daycoval Asset Management, é comum ouvir que determinada ação já subiu demais e que está na hora de vender ou até mesmo ficar “vendido”. Para quem nunca ouviu essa expressão, ele explica: operar “vendido” na bolsa significa alugar e vender uma ação ou um grupo de ações com as quais é possível lucrar com a queda do mercado.

Mas fica uma pergunta: e se passar algum tempo e esse papel continuar sua “saga de valorização”, qual será o seu sentimento? Lembre-se: quem trabalha com renda variável precisa ter “estômago” para operar com o sobe e desce. Fonte: Valor Investe. Quero ler mais...

Desempenho do Ibovespa

O Ibovespa fechou a semana encerrada em 29/nov com 108.233 pontos, alta de 869 pontos (ou 0,81% em R$) em relação à máxima de 107.364 pontos observada em 23/out. O índice continua abaixo do último recorde de 109.399 pontos no dia 07/nov/2019.

A tendência primária (longo prazo) do Ibovespa continua em alta. Nos últimos 21 pregões (curtíssimo prazo) a tendência é de queda, ainda leve.

Veja a seguir o desempenho da bolsa brasileira, medido pelo Ibovespa em pontos, em diferentes intervalos de tempo. Observe que a variação do índice bate, neste momento, a rentabilidade da renda fixa nos períodos mais longos.


Com o corte da SELIC para 5,0% ao ano ou em menor nível, como esperado pelo mercado, os investidores terão que buscar alternativas com maior risco, caso queiram obter retornos melhores. Para proteger o patrimônio, a renda fixa continua sendo uma boa alternativa, mas para ganhar dinheiro “de verdade” as ações são a melhor opção.

Dentre as alternativas de aplicações com maior risco, as Ações de companhias com qualidade de gestão e desempenho consistente no longo prazo, as chamadas “SABE Campeãs”, trazem excelentes oportunidades de investimentos. Quem não quiser gerenciar risco vai ter que se contentar com algo tipo 0,40% de retorno real ao mês! A mudança do paradigma Renda Fixa X Renda Variável, na nossa opinião, é uma questão de tempo...

O conjunto de estatísticas mostrado ajuda o leitor a perceber os movimentos cíclicos da bolsa brasileira, em especial sobre os que têm (e os que não têm) fundamento técnico. Confira a evolução do “termômetro da bolsa” no gráfico abaixo e perceba as diferenças entre as tendências (linha pontilhada em amarelo) e as volatilidades do Ibovespa no longo prazo (quase cinco anos) e nos últimos 21 pregões:


A SABE não pretende nem se dispõe a ensinar/instruir como investir no mercado de ações nem, muito menos, quais e quando comprar/vender ações: para isso recomendamos consultar a sua Corretora. SABE é o suporte imprescindível para quem já atua neste mercado ou já tomou a decisão de nele participar.

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Luiz Guilherme Dias
SABE | Inteligência em Ações da Bolsa



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