A economia brasileira está muito machucada!

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A economia brasileira está muito machucada!

17/06/2019

“Acho que o crescimento potencial do Brasil é baixo mesmo. O Brasil hoje é um país de 1% de crescimento, um pouco mais, um pouco menos”

Marcos Lisboa, economista e CEO do Insper

Tivemos uma nova semana encerrada em 14/06 com notícias boas e ruins, como sempre. Veja a seguir as principais notícias selecionadas por nossa equipe e seus efeitos no desempenho do mercado acionário. A incerteza com as mudanças esperadas faz com que a bolsa continue “andando de lado”, pagando para ver o que virá.

A economia brasileira está muito machucada

A economia brasileira está muito machucada e só vai voltar a crescer com mais força se fizer muitas reformas no ambiente institucional, diz o economista Marcos Lisboa, presidente do Insper. "Há um ambiente institucional muito deteriorado no setor produtivo, e isso já vem de anos. Houve uma degradação da infraestrutura, uma piora imensa da estrutura tributária brasileira nesta década. O que não era bom se tornou pior", afirma Lisboa. (Fonte: Valor). Leia mais...

Brasil cai de sexto para sétimo em IED

Segundo o World Investment Report da UNCTAD, o número de aquisições feitas por empresas chinesas no Brasil caiu pela metade em 2018, o que influenciou a queda do fluxo de investimento estrangeiro direto (IED) para o país. O país perdeu uma posição no ranking de captação do IED, ficando em 7º lugar, superado apenas pela China entre as nações em desenvolvimento. Lideram o ranking EUA, China, Hong Kong, Cingapura, Holanda e Reino Unido.  (Fonte: Valor). Leia mais...

Termômetro da Previdência: Um tiro de morte na proposta de Guedes

Notícia publicada no Valor de 14/06 aponta que a retirada do sistema de capitalização do texto da reforma é um tiro de morte na proposta da "Nova Previdência". Com a capitalização, o ministro Paulo Guedes achava possível criar um regime que, ao mesmo tempo, garantisse aposentadorias dos trabalhadores que ingressarem no mercado de trabalho e criasse condições para a contratação, com baixos custos trabalhistas, de milhões de pessoas que estão desempregadas.

Corte da Selic em 2019 torna-se cenário predominante no mercado

De 63 economistas ouvidos pelo Valor, 38 esperam corte de juros neste ano, o que representa 60% do total. O número evidencia uma grande mudança nas projeções do mercado, uma vez que no mesmo levantamento feito às vésperas da última reunião do COPOM, em maio, apenas um terço da amostragem tinha a flexibilização monetária como cenário base. (Fonte: Valor). Leia mais...

Desempenho do Ibovespa

Em 2019, até 14/jun, o Ibovespa variou 11,41 %, alta de 0,23 pontos em relação à variação da semana anterior, se mantendo acima da renda fixa.

Nos últimos 21 pregões o Ibovespa cresceu 8,90 %, com aumento de 5,70 pontos percentuais em relação à última semana, mantendo a tendência de alta. O índice fechou a semana encerrada em 14/jun com 98.040 pontos, no patamar dos 98.000 pontos, tendo variação positiva de 0,20% nesse breve período, com 0,63 pontos abaixo da variação da semana anterior.

A tendência primária (longo prazo) do Ibovespa continua de alta, sustentada pela expectativa de aprovação da reforma da previdência no regime de capitalização. A retirada do sistema de capitalização do texto da reforma da previdência e a demissão de Joaquim Levy do BNDES deverão esfriar o ânimo dos investidores na próxima semana.

Veja a seguir o desempenho da bolsa brasileira, medido pelo Ibovespa em pontos, em diferentes intervalos de tempo, deixando abaixo a rentabilidade da renda fixa em todos os períodos. 

Com a manutenção da SELIC baixa no patamar de 6,5% ao ano ou em menor nível, como esperado pelo mercado, os investidores terão que buscar alternativas com maior risco, caso queiram obter retornos melhores. Para proteger o patrimônio, a renda fixa continua sendo uma boa alternativa, mas para ganhar dinheiro “de verdade” as ações são a melhor opção.

Dentre as alternativas de aplicações com maior risco, as Ações de companhias com qualidade de gestão e desempenho consistente no longo prazo, as chamadas “SABE Campeãs”, trazem excelentes oportunidades de investimentos. Quem não quiser gerenciar risco vai ter que se contentar com algo tipo 0,50% de retorno real ao mês! A mudança do paradigma Renda Fixa X Renda Variável, na nossa opinião, é uma questão de tempo...

O conjunto de estatísticas mostrado ajuda o leitor a perceber os movimentos cíclicos da bolsa brasileira, em especial sobre os que têm (e os que não têm) fundamento técnico. Confira a evolução do “termômetro da bolsa” no gráfico abaixo e perceba as diferenças entre as tendências (linha pontilhada em amarelo) e as volatilidades do Ibovespa no longo prazo (quase cinco anos) e nos últimos 21 pregões:

Veja a seguir o que o SABE Alerta da semana passada publicou sobre a comparação dos desempenhos das Carteiras Valor X SABE Campeãs.

Desempenho Carteiras: Valor X SABE Campeãs – Mai/2019


A SABE não pretende nem se dispõe a ensinar/instruir como investir no mercado de ações nem, muito menos, quais e quando comprar/vender ações: para isso recomendamos consultar a sua Corretora. SABE é o suporte imprescindível para quem já atua neste mercado ou já tomou a decisão de nele participar.

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Luiz Guilherme Dias
SABE | Inteligência em Ações da Bolsa

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