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Estímulos + Vacina = Crescimento?

18/01/2021

O mercado brasileiro se mostra frágil porque o ambiente global é que tem dado o suporte para a nossa bolsa. Sem o suporte de fora, fica difícil garantir os patamares recentes de altas. No último pregão da semana, ações com grande peso no Ibovespa registraram firme queda - casos da Vale, Petrobras e bancos..

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Bolsa a 125 mil pontos: E daí?

11/01/2021

Companhias de setores ligados a commodities e bancos permitiram que o Ibovespa alcançasse novo recorde, atingindo a marca inédita de 125 mil pontos em um movimento global de busca por ativos mais sensíveis à retomada da atividade econômica. Uma boa notícia? Talvez, pois o mercado depende de outros bons fundamentos para crescer.

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2021: o ano do Búfalo

04/01/2021

No mercado financeiro a simbologia do Touro (parente próximo do Búfalo) é muito conhecida. O Touro simboliza um movimento de alta, impulsionado pelas suas chifradas. Quando estamos vivendo um “bull market”, significa que o mercado está aquecido. Em outras palavras, os investidores estão otimistas e apostando na alta dos ativos. A consequência natural é que mais gente está comprando do que vendendo, o que leva a uma valorização. Oxalá o Búfalo chinês desperte o Touro e a nossa economia volte a se desenvolver!!

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Até aqui alta de 1,9%

28/12/2020

Apesar de não estar entre as economias na AL que mais vão cair em 2020, o Brasil deve apresentar contração de 5,3% em seu PIB neste ano, de acordo com a CEPAL. Para 2021, a previsão é de crescimento de 3,2%. A taxa de desemprego atingiu 14,2% em novembro e bateu novo recorde, segundo o IBGE. Diante deste quadro de incertezas com alto desemprego e baixo crescimento, o Ibovespa subiu neste ano 1,9%, o que convenhamos é motivo de comemoração.

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Vacina e crescimento econômico

21/12/2020

Minha avó sempre dizia que o ‘melhor da festa é a espera’. De fato, a disponibilidade da vacina contra a Covid-19 trará novas perspectivas para o crescimento mundial em 2021 e isso acabará por beneficiar o Brasil também. Entretanto, o Brasil deverá continuar em 2021 com baixo crescimento. O crescimento projetado do PIB brasileiro para 2021 é da ordem de 3%, beneficiado por um carregamento de efeito estatístico muito grande, devido à queda de cerca 5% do PIB em 2020.

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Ibovespa a 115 mil pontos se sustenta?

14/12/2020

Risco você consegue medir, incerteza não. Com tantas variáveis em jogo, por exemplo: no mundo a eficácia da vacinação e no Brasil a aprovação das reformas, fica muito difícil fazer previsão sobre o Ibovespa em 2021. O que sabemos é que o Ibovespa alcançou os 115 mil pontos no dia 10 de dezembro, voltando ao patamar do fim de dezembro de 2019, ou seja, o “jogo está empatado” em zero a zero. Podemos inferir que até aqui o ano de 2020 ainda não começou para a bolsa brasileira.

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Balanços dos 9 meses de 2020 decepcionam

07/12/2020

Mesmo com receitas totais com aumento nominal de 6,8%, os resultados das empresas não financeiras nos 9M2020 decepcionaram: o total  dos EBITDAs caiu 48,6% e dos resultados líquidos ficaram negativos em mais de R$ 7 bilhões. Por outro lado, o endividamento subiu de forma expressiva atingindo o patamar de quase 18 vezes nos 9M2020. E, por último, o retorno do acionista ficou deteriorado perdendo 10,5 pontos percentuais em relação aos 9M2019.

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Contra fluxo não há argumentos!

30/11/2020

Com o Ibovespa acima dos 110 mil pontos, recorremos ao velho jargão de que ‘contra fluxo não há argumento’. Mas, o retorno do estrangeiro ocorre de acordo com o fluxo global para mercados emergentes e pelo movimento de rotação de carteiras, em que os investidores partem em busca daquelas ações que ficaram descontadas na crise. No longo prazo, porém, os fundamentos não foram alterados e esse movimento arrisca ser “transitório” ou de curto prazo.

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Retorno do Acionista dos Bancos em queda

23/11/2020

Com lucros em queda e desempenho das ações fraco desde o início da pandemia, Bradesco, BB, Itaú e Santander planejam reestruturações para se tornar mais competitivos. Nos primeiros 9 meses de 2020 a queda dos lucros dos 4 maiores bancos listados em bolsa atingiu 37% em relação ao mesmo período de 2019, de R$ 59 bilhões para R$ 37 bilhões. A consequência foi a expressiva redução do retorno do acionista (ROE) que caiu quase a metade, de 18,2% para 9,9%.

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