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Crise: oportunidade para a união!

09/03/2020

Além do avanço da epidemia do coronavírus, o mundo vive hoje o impacto da queda dos preços do petróleo, em trajetória de queda desde janeiro. A cotação do barril de petróleo no mercado internacional caiu para perto de US$34 (era de US$64 em Set/2019). Esta situação tende a piorar se a guerra de preços continuar e a consequência será o aumento da chance de uma recessão global por conta do choque simultâneo de oferta e demanda no mercado mundial de petróleo. Entretanto, esse cenário pode se normalizar se Rússia e Arábia Saudita voltarem à mesa de negociações.

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Ações: o segredo é manter a calma!

09/03/2020

A queda generalizada das ações por conta do Coronavírus, queda do petróleo e o medo recessão global provocou uma onda de pânico entre os investidores brasileiros. Somente na manhã de hoje, o Ibovespa desabou 10%, o que levou à primeira interrupção dos negócios desde 2017.

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Medo do desconhecido favorece crendices

02/03/2020

O medo generalizado afetou os mercados mundiais, com investidores vendendo ações e se protegendo em dólar e ouro, ativos considerados mais seguros em momentos de crise. No Brasil em 2020 até 28/02, o dólar se valorizou 11,74% frente ao real (chegando a R$4,48), os fundos cambiais acompanharam subindo 9,48% e o ouro alcançou mais de 19%. No mesmo período a poupança rendeu 0,52% e o Ibovespa caiu 9,92%. Na contramão do pânico generalizado, Luiz Barsi, o "Rei da Bolsa" aproveitou as “pechinchas” da B3 e saíu às compras!

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Empresas: a pedra fundamental da economia moderna

27/02/2020

Com base no desempenho como um todo das 89 companhias cujos balanços foram publicados até o momento, vemos um crescimento nominal pífio de quase 2% dos lucros de 2018 para 2019. Eliminando Suzano, Vale (altos prejuízos) e os 4 maiores bancos (altos lucros) para evitar distorções, notamos uma queda nominal de 8%, com os dados da amostra.

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O Brasil tem 5 Bancos e 200 milhões de Patetas!

17/02/2020

O ministro Paulo Guedes, afirmou que, quando o dólar estava próximo a R$ 1,80, as exportações caíam, mas o país tinha "todo mundo indo para Disneylândia, empregada doméstica indo para Disneylândia". Guedes, ao dar o exemplo da empregada doméstica, quis dizer que a taxa de câmbio estava tão valorizada (real fortalecido) que todo mundo estava indo para a Disneylândia, até classes sociais mais baixas. No Brasil dos 5 bancos e 200 milhões de patetas a reação foi intensa!

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A Bolsa chegou na favela!!

10/02/2020

Três jovens da periferia de São Paulo criaram o canal “Favelado Investidor” no YouTube para mostrar que qualquer pessoa, de qualquer classe social, pode melhorar suas finanças -- e sonhar alto. Questionados sobre como uma pessoa com poucos recursos financeiros pode investir sem que o dinheiro lhe faça falta no final do mês, os jovens têm a resposta na ponta da língua. “Por meio da educação financeira”. Vida longa para esses jovens que acreditam no capitalismo e levam a boa informação para pessoas simples de comunidades.

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A importância dos índices da B3

05/02/2020

Você sabe para que serve os índices criados pelo mercado de ações? Eles são importantes porque servem de referência para os investidores nacionais e internacionais. Quer entender um pouco melhor o Ibovespa e os critérios dos demais indicadores da B3? Vem saber mais!

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Medo + Incerteza = “velho anormal”

03/02/2020

O medo e a incerteza de que o coronavírus se alastre pelo planeta trouxe de volta o “velho anormal” ao mercado mundial, em especial ao nosso país. A busca por segurança levou os investidores a venderam ações de maneira generalizada, buscando refúgio em moedas fortes, como o dólar. Parte dos investidores repercutiu o pânico e se desfez de suas posições na baixa, antecipando perdas. Faltou a esses coragem e, obviamente, experiência.

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Capitalismo dos Stakeholders vem aí...

27/01/2020

Um ano após o rompimento da barragem de Brumadinho, que deixou 259 mortos e 11 desaparecidos, a Vale conseguiu recuperar a confiança dos investidores. Ao menos junto aos investidores, os danos já foram recuperados. Segundo um renomado analista do mercado, "O mercado financeiro não tem coração, se o papel ficou barato, o investidor compra de novo." Além das 11 famílias que ainda aguardam para poder enterrar seus entes, são vários os relatos de sobreviventes que se queixam falta de assistência da companhia, enfrentam depressão e distúrbios psicológicos, e buscam por justiça. Até hoje, ninguém foi preso ou responsabilizado.

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