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Medo pode criar a melhor hora para investir

16/05/2022

Para John Graham, presidente da CPP Investments, gestora ligada ao Canada Pension Plan, com mais de US$ 550 bilhões em ativos sob gestão, momentos como o atual que geram medo, com conflito geopolítico, inflação e juros em alta no mundo, favorecem investidores de longo prazo. Em geral o medo pressupõe um estado de apreensão, de atenção, esperando que algo ruim vá acontecer. Neste contexto surgem boas pechinchas para quem segue o nosso mantra: “Quem SABE, investe melhor!”

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Estagflação: o encontro de dois monstros!!

09/05/2022

O grande inimigo do momento é a combinação de dois “monstros” da economia: inflação com baixo crescimento. Os bancos centrais estão numa encruzilhada, entre o dever de defender suas moedas e o medo de aprofundar uma recessão. O risco é de não conseguirem evitar uma desaceleração da economia e a inflação fora de controle. Isso tem nome, estagflação, que justifica o risk-off global.

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Haja coração!!

02/05/2022

O aumento da CSLL explica a queda das ações de bancos na B3, na 5ªF (28/4), quando o mercado seguiu Wall Street e se segurou bem, apesar de saídas externas de quase R$ 2,5 bilhões no pregão do dia 26/4. Por outro lado, o recuo de 1,4% do PIB nos Estados Unidos, contra o consenso de uma alta de 1%, não mudou as apostas de que o FOMC vem com força na próxima semana, elevando os juros para 0,50pp, além de começar a reduzir a compra de bônus. O quadro geral recomenda: Haja coração!!

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Selic acima de 13,75%?

25/04/2022

Afirmando que é “absolutamente fundamental reconquistar a estabilidade dos preços”, o presidente do FED disse que o seu objetivo é reduzir a inflação para a meta de 2% “sem causar uma recessão” – o que é um desfecho bastante improvável. Por aqui, nos juros futuros, o mercado continua batendo cabeça com as mensagens confusas do BC, que depois de antecipar para este mês o final do ciclo de aperto da Selic, a 12,75%, se “surpreendeu” com o IPCA e admitiu “reanalisar” o plano de voo. Será que vamos ter que conviver com uma Selic acima de 13,75%?

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FED: guinada ‘hawkish’?

18/04/2022

Nova retirada do investidor estrangeiro na B3 (R$ 407 mi no pregão da última 2ªfeira – 11 de abril) levanta a suspeita de que o capital externo já esteja mais interessado nos EUA do que aqui, com a guinada “hawkish” do FED. Já são 5 pregões de saídas este mês de abril.

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Fluxo estrangeiro: até quando?

11/04/2022

O aperto do juro nos EUA vem forte, com declarações que corroboram as expectativas mais agressivas de um aumento de 0,50 pp em maio, para depois ter início a desova de títulos do balanço patrimonial do FED. Este cenário mais ‘hawkish’ já contagia os emergentes, sugerindo que o período de fluxo abundante pode estar com os dias contados.

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Contrafluxo não há argumento!!

05/04/2022

Diariamente, tem entrado quase R$ 1,5 bilhão em capital externo e todo mundo já está tão acostumado à rotina do fluxo, que quando entra menos, como na última 3ª Feira  (29) o ingresso de R$ 606 milhões, fica até parecendo que é pouco. O capital externo vem atraído pelo boom das commodities e os juros reais elevados do Brasil, que só perdem para a Rússia. Contrafluxo não há argumento!!

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Até aqui, tudo bem!!

28/03/2022

Dinheiro estrangeiro não falta na B3, houve entrada de R$ 2,592 bi no pregão da última 3ªF (22). O volume no mês já bate em quase R$ 21 bilhões. No ano, caminha para R$ 85 bilhões. Até aqui, tudo bem!!

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De volta ao passado

21/03/2022

Na semana encerrada em 18/Mar, o Ibovespa subiu 3,2%, fechando com 115.311  pontos. Em 2022, o índice sobe 10%, ainda influenciado por forte participação em exportadoras de commodities. Com o Ibovespa no patamar de 115 mil pontos, a bolsa volta ao passado: em 2019, o índice fechou em 115.645, ficando desde essa data praticamente no “zero-a-zero” até hoje.

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