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Copo meio cheio ou meio vazio?

20/09/2021

Afinal, o Brasil hoje é um copo meio cheio ou meio vazio? É preciso enxergar as  limitações, como também o potencial. Olhar para o último ano ou para última década, olhar para o passado ou para o futuro? Se 2021 é um poço, o que você decide fazer: enxergar o poço como um lugar de derrota ou como uma fonte de águas claras? É tudo sobre perspectiva, e a escolha é sua!

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Há luz no fim do túnel?

13/09/2021

Como oportunidades, somos juntos com Rússia, China, Índia e Estados Unidos, os únicos países com PIB maior que US$ 1 trilhão, extensão territorial de mais de 2 milhões de km2 e população de mais de 100 milhões de habitantes. Mas, olhando as ameaças, que não são poucas, temos, dentre outros perigos: Juros futuros altos trazendo incerteza sobre as contas públicas; Câmbio volátil/desvalorizado provocando desafios para empresas exportadoras e importadoras e Ações em baixa, reduzindo a capacidade de investir. Tudo isto sem falar na tensão política entre os poderes constituídos.

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Propósito de empresa é necessário?

06/09/2021

Propósito vem do latim “proponere”, que significa “colocar à frente”. É um termo muito utilizado para declarar aquilo em que acreditamos e que verdadeiramente faz o coração bater mais forte. Não se trata só de uma frase de efeito, é a descrição de um objetivo superior, muitas vezes com viés social, destinado a melhorar a vida das pessoas e do planeta.

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Marca: vale a pena mudar?

30/08/2021

Apesar do marketing não ser a nossa praia, achamos muito curioso o fato de uma empresa mudar o nome de sua marca. Há tempos atrás a Kroton passou a se chamar Cogna e a Estacio mudou para Yduqs. Recentemente, empresas longevas fizeram o mesmo: BR Distribuidora agora é Vibra e Duratex virou Dexco. Para nós, mudar o nome da marca é compreensível quando a empresa tem intenção de “apagar” seu passado, como foi o caso de empresas envolvidas com a Lava-Jato.

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Percepção de risco maior

23/08/2021

O momento é de percepção de risco maior, incluindo as incertezas com o ambiente global, os riscos fiscais em especial pelo objetivo de promover um programa social reforçado e o novo ciclo de aperto monetário promovido pelo BC. De acordo com o último Boletim Focus, a expectativa para o IPCA de 2022 subiu para 3,9%, quarta alta seguida, frente à meta de 3,5%.

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Resultados 1S2021 voltam a surpreender!!

16/08/2021

Os resultados dos balanços do 1º Semestre de 2021 voltam a surpreender. Excluindo da amostra Petrobras e Vale para reduzir distorções, as receitas cresceram 30,4% de R$ 665,1 bi para R$ 867,6 bi, enquanto que os resultados líquidos (lucros/prejuízos) subiram mais de 12 vezes, saindo de um total de R$ 703,7 milhões para R$ 90,8 bi, reforçando o ânimo para a retomada da economia.

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Selic a 5,25%: renda fixa ou variável?

09/08/2021

Para nós da Sabe, ação é o melhor investimento que existe, mas sob certas condições, como: horizonte de longo prazo para o investimento (mínimo de 2 anos), desempenho econômico-financeiro da companhia (últimos 3 anos), nível de governança corporativa e qualidade da administração. Em outras palavras, se a decisão de investir tem como base os principais fundamentos da companhia, a chance de obter retorno é alta.

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O urso contra-ataca

02/08/2021

O aumento da percepção de risco trouxe de volta no dia 30 de julho o contra-ataque do urso (“bear market”), com um volume negociado de R$35,5 bi e queda expressiva de 3,08% do Ibovespa. As três maiores baixas foram de Localiza ON (-7,36%), Vale ON (-5,89%) e Banco Inter UNT (-5,99%), enquanto que as três maiores altas ficaram com Telef BR (+0,39%), JBS ON (+0,34%) e Cielo ON (+0,30%).

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Mineração e Siderurgia lideram valorização

26/07/2021

A evolução dos preços das ações Sid Nacional ON (CSNA3), Gerdau PN (GGBR4), Usiminas PNB (USIM5) e Vale ON (VALE3) confirmam a alta de um “superciclo” de commodities com valorizações expressivas, tanto em 2021 quanto nos últimos 5 anos, superando muito de longe o Ibovespa, cuja variação neste ano até o dia 23 de julho foi de apenas 5,07% e ao longo de 5 anos foi de 119,38%.

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