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Ibovespa volta a bater CDI

15/08/2022

O Ibovespa costuma ter altas excepcionais no início de governos. Há uma repetição instigante no comportamento da Bolsa de Valores nos inícios de mandatos. As cotações têm sempre fortes altas no 1º e/ou 2º ano, com uma exceção, no 1º governo Dilma Rousseff. Fica aqui a dúvida sobre se no próximo governo essa repetição será mantida.

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5 milhões de investidores PFs para apenas 400 companhias

08/08/2022

Há um tremendo descompasso entre o número de emissores e de investidores individuais. Em 2018, o número de contas de investidores PF na B3 era de 814 mil, ou seja, uma empresa brasileira para 2.035 contas de investidores. Atualmente, com 5 milhões de contas, a relação passa a ser de uma empresa para 12.500 contas, o que caracteriza que o número de emissores é ainda muito baixo. Iniciativas como Bovespa Mais e Bee4 precisam ser reforçadas.

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Bear market, até quando?

25/07/2022

A crise atual exige, antes de qualquer ação, análises cuidadosas. Os mercados financeiros passam por uma combinação de fatores estressantes: o risco de uma recessão nos EUA, a desaceleração da economia chinesa, a alta da inflação no mundo e a Guerra na Ucrânia, com efeito sobre os preços dos combustíveis e dos alimentos. Ou seja, são o território ideal para a análise complexa, tanto na compra quanto na venda de papéis.

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Inflação assusta o mercado

18/07/2022

Dados da consultoria Deloitte indicam que 75% da população global teme a alta do custo de vida. Os preços altos e o achatamento de salários devem alimentar novas ondas de instabilidade social. O tema foi incluído na agenda dos organismos internacionais entre os grandes fatores de risco a serem enfrentados pelos países. A Verisk Maplecroft, empresa de avaliação de risco, prevê que 75 países devem registrar um aumento no número de protestos até o final do ano.

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A bipolaridade do Mercado

11/07/2022

O mercado continua bipolar nos movimentos e análises de cenário, dividido entre a expectativa de aperto mais forte dos juros, especialmente nos Estados Unidos, para tentar quebrar a persistência da inflação e fazer retornar para as metas, e a possibilidade de uma recessão global, até pelo efeito dos juros, garantir uma evolução melhor dos preços de commodities, como o petróleo e o minério, ainda que a Europa conviva com ameaça de alta dos custos de energia, pelo impacto da guerra entre Rússia e Ucrânia e os embargos.

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Inflação: o principal desafio!!

04/07/2022

O Ipea revisou em 0,1 ponto percentual a projeção de inflação para 2022. Segundo os números anunciados pelo órgão, o IPCA vai fechar o ano em 6,6%. Desde janeiro, o indicador oficial de inflação, mensurado pelo IBGE já apresenta alta acumulada de 4,78%. A projeção do Ipea para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a variação do custo de vida médio em famílias com renda de até R$ 6.060 (cinco salários-mínimos), a variação esperada se manteve em 6,3% para o ano.

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Estagflação veio para ficar?

27/06/2022

Com o cenário atual em todo o mundo fica difícil, para não dizer impossível, avaliar a duração da estagflação. A preocupação com a desaceleração econômica já vinha crescendo desde que os principais bancos centrais, no começo de 2022, deram os primeiros sinais de um aperto monetário mais rigoroso, com aumento nas taxas de juros e cortes em programas de aumento de liquidez. Com o passar do tempo, o temor de uma desaceleração econômica deu espaço para uma situação mais complicada: uma recessão econômica global.

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100 mil pontos: ruim para uns, bom para outros!!

20/06/2022

O Ibovespa fechou com queda de 2,90% no pregão de sexta-feira (17/6), aos 99.825 pontos, no menor patamar desde novembro de 2020 e abaixo dos 100 mil pontos. Com essa queda, o índice passou a acumular perda de 4,8% no ano. Em junho, o índice recua 10,33%; na semana caiu 5,36%. Com fracos fundamentos, uma queda de quase 3% num mesmo dia, provocando o rompimento dos 100 mil pontos do Ibovespa pode favorecer (ou prejudicar) tanto a quem especula no curto prazo quanto a quem investe com foco no longo prazo.

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ESG veio para ficar?

13/06/2022

A urgência das empresas na inclusão de temas que garantam sua sustentabilidade e permanência de forma regenerativa, contribuindo conjuntamente com o planeta e com as pessoas, tem impulsionado a busca pela pauta ESG. Promover as mudanças necessárias e pertinentes a cada negócio é uma longa jornada, que pode ser iniciada de forma gradativa e consciente, pois os riscos climáticos têm sido vistos como riscos de investimento. Capitais têm se realocado rapidamente buscando ativos sustentáveis e isso tem exigido das empresas algumas revisões em seu modelo de negócio.

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