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Contra fluxo não há argumentos!

30/11/2020

Com o Ibovespa acima dos 110 mil pontos, recorremos ao velho jargão de que ‘contra fluxo não há argumento’. Mas, o retorno do estrangeiro ocorre de acordo com o fluxo global para mercados emergentes e pelo movimento de rotação de carteiras, em que os investidores partem em busca daquelas ações que ficaram descontadas na crise. No longo prazo, porém, os fundamentos não foram alterados e esse movimento arrisca ser “transitório” ou de curto prazo.

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Retorno do Acionista dos Bancos em queda

23/11/2020

Com lucros em queda e desempenho das ações fraco desde o início da pandemia, Bradesco, BB, Itaú e Santander planejam reestruturações para se tornar mais competitivos. Nos primeiros 9 meses de 2020 a queda dos lucros dos 4 maiores bancos listados em bolsa atingiu 37% em relação ao mesmo período de 2019, de R$ 59 bilhões para R$ 37 bilhões. A consequência foi a expressiva redução do retorno do acionista (ROE) que caiu quase a metade, de 18,2% para 9,9%.

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Volatilidade: o novo normal

16/11/2020

Em 2020, o Ibovespa teve a maior volatilidade anual desde 2008: a oscilação de preços das ações subiu de 18%, em 2019, para 47,7%, em reais. Fica aqui um alerta principalmente para os iniciantes: esse comportamento mais errático dos preços é uma tendência que veio para ficar. Pelo menos enquanto a Covid-19 não for debelada e as reformas tributária e administrativa não seguirem, a volatilidade estará presente, motivo pelo qual precisaremos ser cada vez mais seletivos ao decidir por uma ação.

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Retorno ao velho normal?

09/11/2020

Um dos pilares da democracia é a alternância do poder e na sua ausência, manifestam-se atitudes contrárias aos princípios da democracia como descontrole, corrupção, excesso de poder, tendências à autocracia, mudança de personalidade e interesses pessoais. Joe Biden venceu a eleição num ano marcado pela pandemia da Covid-19, por fortes protestos contra o racismo e uma campanha em que a saúde das instituições democráticas foi colocada em xeque. A velha normalidade se fez necessária...

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Tempestade perfeita chegando!

03/11/2020

Com o cenário internacional ruim, aliado à fragilidade da cena interna, o país fica cada vez mais penalizado. Desemprego crescente atingindo 13,8 milhões de pessoas, dólar em alta no patamar de R$5,80 tendo subido 43% neste ano e bolsa em queda caindo quase 19% em 2020 são a “ponta do iceberg” da tempestade perfeita que está chegando.

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Balanços de Bancos vão animar?

26/10/2020

Do 1º Semestre de 2019 para igual período de 2020, os lucros dos 4 maiores bancos caíram expressivamente, com destaque para Itaú (50%) e Bradesco (42%). O mesmo ocorreu com os retornos dos acionistas (ROEs) que cederam 10,8 e 7,6 pontos percentuais para os mesmos bancos. Cabe o registro que os ROEs destes 4 bancos oscilou na faixa entre 18% e 21% no 1º Sem de 2019. Resta saber se realmente a recuperação esperada vai ocorrer e em que percentuais. A ver....

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A “cara nova” do Mercado de Capitais

19/10/2020

O mercado de capitais está de “cara nova” com mais de 3 milhões de investidores PFs e movimentando cerca de R$ 100 bilhões em novas ofertas, sejam IPOs ou follow-ons. Se este é o Brasil que começa a surgir no meio de uma pandemia, imagina o que pode ser num futuro próximo. Entretanto, o preparo dos investidores novatos sobre risco e retorno das aplicações quanto o preparo das companhias estreantes sobre a prática da governança corporativa são necessários para um crescimento sustentável.

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O empresário brasileiro

13/10/2020

Ser empresário no Brasil exige uma capacidade rara de resiliência, paciência e sobretudo coragem. Com tudo contra, nos primeiros quatro meses de 2020, o número de empresa abertas no País foi maior que o número de empreendimentos que fecharam as portas. Os dados do boletim do Mapa de Empresas do Ministério da Economia, mostram um saldo positivo de 686.849 empresas abertas com um número total de 18.466.444 empresas ativas.

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Dos riquíssimos para os paupérrimos, resolve?

05/10/2020

Dados sobre o rendimento referentes a 2019, publicados em maio de 2020 pelo IBGE, mostram aumento da diferença entre os ganham mais e menos no país, além do crescimento da desigualdade, medida pelo índice de Gini. Segundo o Instituto, em 2019 o 1% da população com rendimento maior recebia, em média, R$ 28.659 mensais, enquanto a metade da população com o menor rendimento ganhava R$ 850: diferença de 33,7 vezes. Estudos comprovam que transferir riqueza de ricos para pobres não parece ser a solução para a desigualdade social: precisamos de mais emprego e mais poupança para reduzir o abismo entre ricos e pobres!

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