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A longo prazo todos estaremos mortos

06/04/2020

O balanço dos casos de COVID-19 divulgados pelo Ministério da Saúde no domingo (5 de abril) aponta: 486 mortes, 11.130 casos confirmados, sendo 4,4% a taxa de letalidade. Entretanto, apesar do duro impacto humano e econômico da pandemia de coronavírus em todo o mundo, a perspectiva histórica aponta que o COVID-19 tem o potencial de afetar positivamente o que é apontado como um dos maiores problemas do mundo atual: a desigualdade social.

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Aos trancos e barrancos!

30/03/2020

Essa crise é mais complicada porque começa na saúde com impactos na economia. Vivemos em nosso país uma espécie de “escolha de Sofia” ao termos que optar pelo conflito entre salvar vidas e reduzir os impactos da recessão que certamente virá. Pela sua história de superação de crises desde 1962, intervalo de tempo em que o PIB chegou a subir 13,97% em 1973 (Governo militar) e a cair 4,35% em 1990 (Governo Collor), o Brasil vem aos “trancos e barrancos” testando a capacidade de se manter entre as maiores economias do mundo. Quem viver verá...

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Agarrem-se aos seus ativos!

23/03/2020

A frase "Só sei que nada sei", atribuída ao filósofo grego Sócrates, nunca esteve tão atual. Segundo as autoridades da área de Saúde, o Brasil está no início de uma subida muito íngreme com o número esperado de infectados pelo COVID-19. Além disso, temos pela frente cerca de três a quatro meses até que o surto paralise. Até lá só Deus sabe...

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Farinha pouca, meu pirão primeiro!

16/03/2020

Com a crise do subprime a bolsa brasileira caiu 41%, de 63.886 pontos em 2007 para 37.550 pp em 2008. Em 2009 voltou a subir e fechou em 68.588 pp, subindo 83%!! Costumamos dizer que a bolsa sobe de escada e desce de elevador. Resultado: Quem soube aproveitar se deu bem! Mais ainda: Quem souber aproveitar essa crise atual de 2020 (coronavírus + guerra de preços do petróleo) vai também se dar bem! É preciso calma e controle da ansiedade!!

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Crise: oportunidade para a união!

09/03/2020

Além do avanço da epidemia do coronavírus, o mundo vive hoje o impacto da queda dos preços do petróleo, em trajetória de queda desde janeiro. A cotação do barril de petróleo no mercado internacional caiu para perto de US$34 (era de US$64 em Set/2019). Esta situação tende a piorar se a guerra de preços continuar e a consequência será o aumento da chance de uma recessão global por conta do choque simultâneo de oferta e demanda no mercado mundial de petróleo. Entretanto, esse cenário pode se normalizar se Rússia e Arábia Saudita voltarem à mesa de negociações.

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Ações: o segredo é manter a calma!

09/03/2020

A queda generalizada das ações por conta do Coronavírus, queda do petróleo e o medo recessão global provocou uma onda de pânico entre os investidores brasileiros. Somente na manhã de hoje, o Ibovespa desabou 10%, o que levou à primeira interrupção dos negócios desde 2017.

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Medo do desconhecido favorece crendices

02/03/2020

O medo generalizado afetou os mercados mundiais, com investidores vendendo ações e se protegendo em dólar e ouro, ativos considerados mais seguros em momentos de crise. No Brasil em 2020 até 28/02, o dólar se valorizou 11,74% frente ao real (chegando a R$4,48), os fundos cambiais acompanharam subindo 9,48% e o ouro alcançou mais de 19%. No mesmo período a poupança rendeu 0,52% e o Ibovespa caiu 9,92%. Na contramão do pânico generalizado, Luiz Barsi, o "Rei da Bolsa" aproveitou as “pechinchas” da B3 e saíu às compras!

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Empresas: a pedra fundamental da economia moderna

27/02/2020

Com base no desempenho como um todo das 89 companhias cujos balanços foram publicados até o momento, vemos um crescimento nominal pífio de quase 2% dos lucros de 2018 para 2019. Eliminando Suzano, Vale (altos prejuízos) e os 4 maiores bancos (altos lucros) para evitar distorções, notamos uma queda nominal de 8%, com os dados da amostra.

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O Brasil tem 5 Bancos e 200 milhões de Patetas!

17/02/2020

O ministro Paulo Guedes, afirmou que, quando o dólar estava próximo a R$ 1,80, as exportações caíam, mas o país tinha "todo mundo indo para Disneylândia, empregada doméstica indo para Disneylândia". Guedes, ao dar o exemplo da empregada doméstica, quis dizer que a taxa de câmbio estava tão valorizada (real fortalecido) que todo mundo estava indo para a Disneylândia, até classes sociais mais baixas. No Brasil dos 5 bancos e 200 milhões de patetas a reação foi intensa!

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