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Saneamento é o setor mais atrasado da infraestrutura brasileira

22/05/2019

De acordo com informações do SNIS (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento), referentes a 2017, apenas 60,2% da população urbana do país têm acesso a coleta de esgoto. Para alcançar a meta do PLANSAB (Plano Nacional de Saneamento Básico) seria necessário uma média de R$ 21,6 bilhões por ano. O Brasil só deve alcançar a universalização daqui a 45 anos aproximadamente, na década de 2060.

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Siderurgia só decola com a aprovação das reformas

17/05/2019

O mercado mantém-se mais pessimista quanto a retomada do setor siderúrgico brasileiro. A expectativa de aumento no consumo aparente neste ano é menor que a feita pelas companhias. Isso porque, com o atraso da aprovação da reforma da Previdência, setores que demandam muito aço, como a construção civil, ainda não reagiram.

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TI e Telecom: investimentos ininterruptos, com resultados fracos

24/04/2019

Em relação ao investimento em TIC, que inclui TI e Telecom, o Brasil desceu uma posição, ficando em 7º lugar no ranking mundial de 2018, com US$ 97 bilhões investidos, seguindo uma tendência de ligeira retração dos últimos anos desse setor, muito relacionada à transição de voz para dados dos consumidores. Neste quesito, o Brasil ficou ainda à frente da Índia (US$86 bilhões) e logo depois da França (US$109 bilhões).

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1 milhão de investidores: chegamos a 10% do potencial!!!

17/04/2019

Considerando o atual patamar de 1 milhão de investidores individuais (a rigor 983 mil), podemos afirmar que é muito pouco. Senão vejamos: 1 milhão representa aproximadamente 0,5% da população. Em países emergentes como China, Índia, Coreia, Tailândia e outros, que sequer tinham mercados de capitais no final da década de 1970, o percentual de investidores PFs oscila em torno de 5%.

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Apenas ¼ das empresas não financeiras dorme um sono tranquilo!!!

12/04/2019

Tendo como base o grau de alavancagem financeira (Dívida Líquida/EBITDA), mapeamos o status do endividamento de 251 companhias e concluímos que apenas 25%, ou seja, 63 companhias, gozam de situação confortável (dívida líquida negativa com sobra de caixa) ou controlam a dívida em nível satisfatório (dívida líquida/EBITDA menor que 3). Imaginamos que os executivos dessas empresas dormem um sono tranquilo.

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Desempenho Carteiras: Valor X SABE Campeãs – Mar/2019

10/04/2019

Entendemos que devemos examinar o desempenho das empresas com visão de longo prazo buscando capturar toda a complexidade dos desafios, estratégias e oportunidades dos negócios avaliados, bem como dos ciclos econômicos. Num país como o nosso, o curto prazo embute muita volatilidade, especialmente quando aguardamos ansiosamente o desfecho da aprovação da famigerada Reforma da Previdência por um novo Governo.

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Temporada de Balanços 2018: Lucro das Não Financeiras mais que dobra!!!

03/04/2019

O ano de 2018 foi marcado por fortes turbulências provocadas pela greve dos caminhoneiros no 1º semestre e pela incerteza com o resultado das eleições no 2º semestre. Mesmo com esses reveses as empresas não financeiras registraram um desempenho excelente com lucros subindo 129%, na contra mão da retomada da economia, cujo PIB cresceu apenas 1,1%.

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VALE: A “joia da coroa” perdeu o brilho

29/03/2019

Sob o pilar econômico a Vale está de parabéns. Entretanto sob a ótica da Responsabilidade Socioambiental, a Vale está muito mal. A companhia passou um atestado de incompetência empresarial com o acidente de Brumadinho em jan/2019, desencadeando uma onda de lama que destruiu casas, vegetações e matou várias pessoas e animais. A impressão causada é que a Vale nada aprendeu com o rompimento da barragem de Mariana ocorrido em nov/2015, desrespeitando o propósito da sustentabilidade comunicado em seu site.

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RUMO: lucro, depois de 4 anos com prejuízos

27/03/2019

A Rumo apresentou um desempenho bom de 2017 para 2018. O ativo e o patrimônio líquido subiram pouco mais de 3%, respectivamente. A dívida líquida caiu quase 4% e a relação desta com o EBITDA baixou 12%. Os resultados melhoraram: receitas cresceram 11%, EBITDA aumentou 18% e o lucro finalmente surgiu depois de quatro anos no vermelho. Como consequência, o ROE subiu mais de 6 pontos percentuais em 2018.

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